TRANSPARÊNCIA — COMO FUNCIONAM OS PRODUTOS FLUXUSMED.AI
Fluxusmed.ai · Versão 1.0 · Última atualização: 26 de agosto de 2026 · Página prevista no art. 3º, II, da Resolução CFM nº 2.454/2026
Esta página reúne, em linguagem direta, as informações que o profissional de saúde tem direito de conhecer sobre os sistemas de inteligência artificial da Fluxusmed: o que cada produto é, como funciona, para que serve, o que não faz, suas limitações conhecidas, riscos e o grau de evidência científica do conteúdo. Todo produto ou agente da Fluxusmed tem sua seção nesta página antes de ser disponibilizado, e cada seção indica o status atual — disponível (beta) ou em desenvolvimento. A página é atualizada a cada mudança relevante de funcionalidade ou de base de conhecimento. Dúvidas: contato@fluxusmed.ai.
FAMÍLIA FLUXUS CO-PILOT
O que é e para que serve
O Fluxus Co-pilot é uma plataforma de evidências clínicas em cirurgia vascular, destinada exclusivamente a profissionais de saúde. Você descreve um cenário clínico; ele devolve a síntese da evidência publicada sobre aquela classe de cenário, com as fontes e a força de cada recomendação, para sua revisão independente. Cada agente da família cobre um território e responde apenas o próprio domínio:
| Agente | Domínio | Status |
|---|---|---|
| Fluxus Co-pilot PAD | Doença arterial periférica (MMII/DAP) | Disponível (beta) |
| Fluxus Co-pilot Carótida | Doença carotídea extracraniana | Disponível (beta) |
| Fluxus Co-pilot Aorta | Doenças da aorta | Em desenvolvimento |
Novos agentes de outros territórios seguirão o mesmo funcionamento descrito nesta seção e serão listados aqui, com seu status, antes da disponibilização.
Como funciona (vale para todos os agentes da família)
O conteúdo nasce de uma base curada de diretrizes internacionais, ensaios clínicos e estudos do domínio de cada agente, organizada em um grafo de conhecimento estruturado. A cada consulta, o sistema recupera dessa base as recomendações e os estudos aplicáveis ao cenário descrito e usa inteligência artificial generativa para redigir a resposta, sempre com as referências citadas — é a técnica conhecida como geração aumentada por recuperação (RAG). Quando os estudos divergem, a resposta mostra os dois lados. Toda resposta clínica fecha com a mesma linha: plataforma de evidências para revisão independente; a decisão clínica é integralmente do médico assistente responsável pelo paciente.
Envio de exames: você pode anexar o PDF ou colar o texto do laudo de um exame, sem identificação do paciente. O sistema lê e transcreve o que entendeu; você confirma a leitura; só então ele traz a evidência publicada para aqueles achados, no nível da classe de lesão. A leitura não é laudo nem diagnóstico.
Pedido de cirurgia (Módulo de Documentação): definida a sua conduta, o sistema monta a minuta administrativa do pedido — justificativa clínica, CID, códigos TUSS e lista de materiais OPME — transcrevendo listas que você aprovou previamente (Anexos de Listas por território, com aceite específico e destacado). O software documenta a sua escolha, não escolhe por você; a minuta só vale depois de revisada, completada e emitida por você. Territórios sem Anexo de Listas aceito têm o módulo desabilitado, sem prejuízo das consultas.
O que ele não faz
Não emite diagnóstico; não emite laudo; não calcula risco individual de pacientes; não define, recomenda ou prescreve conduta, tratamento ou material para paciente específico; não substitui a avaliação, o julgamento e a decisão do médico. Não é serviço de saúde nem telemedicina, e não atende pacientes.
Limitações conhecidas
O conteúdo é gerado com auxílio de IA e pode conter erros, imprecisões ou omissões — as fontes são citadas exatamente para permitir a conferência independente. A base de conhecimento tem data de corte: publicações posteriores à última atualização podem não estar refletidas. Cada agente responde apenas o próprio domínio. Procedimentos indisponíveis no Brasil (por exemplo, TCAR) são citados apenas como referência, com a indisponibilidade sinalizada. A primeira resposta de uma sessão leva em torno de 2 minutos, porque o sistema consulta a base antes de responder. Não deve ser usado como fonte única de informação nem como fonte primária de decisão em situações de emergência.
Riscos e mitigações
Erro de conteúdo gerado por IA — mitigado pela citação obrigatória de fontes verificáveis, pela revisão humana obrigatória de toda saída e pela restrição do conteúdo à evidência publicada da base curada. Inserção indevida de dado de paciente — mitigada pela vedação contratual, pela orientação de anonimização prévia (inclusive de PDFs) e pela exclusão/anonimização de dados detectados. Indisponibilidade — o serviço está em beta, sem SLA.
Grau de evidência científica
A base de cada agente é formada por diretrizes de sociedades internacionais (entre elas ESVS, SVS, ACC/AHA, IWGDF e SCAI), ensaios clínicos randomizados e estudos publicados do respectivo domínio. As recomendações citadas carregam, quando publicadas, a classe de recomendação e o nível de evidência da diretriz de origem; estudos individuais são citados com a referência completa para verificação. O comportamento de cada agente é validado em baterias internas de teste antes de cada versão entrar no ar; sínteses dessas validações serão publicadas nesta página.
Classificação de risco (CFM 2.454/2026, arts. 12 e 13)
Avaliação preliminar de risco realizada pela Fluxusmed: categoria baixo risco — o sistema fornece informação científica de caráter geral, referida a classes de pacientes e condições, sem personalizar aconselhamento clínico e sem influência decisória direta em diagnósticos ou tratamentos individuais; a leitura de exames é transcrita ao profissional para confirmação, e toda saída se submete a revisão humana obrigatória. A classificação é feita por produto, monitorada, e será revista a cada alteração relevante de funcionalidade.
Atualização da base e das versões
A base de conhecimento é atualizada periodicamente, por curadoria clínica. Cada agente roda em versão congelada e testada; mudanças de comportamento só entram após nova bateria de validação. A data da última atualização relevante é indicada nesta página.
FLUXUS ART
Status: em desenvolvimento — será disponibilizado futuramente. As informações abaixo descrevem o produto como será lançado; esta seção será revisada na disponibilização.
O que é e para que serve
O Fluxus Art é uma ferramenta de ilustração médica para profissionais de saúde, baseada em inteligência artificial generativa: recebe um desenho esquemático feito à mão pelo próprio médico (o Esboço) e o transforma em uma ilustração em estilo de atlas médico, para comunicação com o paciente, ensino, apresentação em congresso e publicação.
Como funciona
O único insumo visual admitido é o Esboço de autoria do médico. A IA generativa aplica ao Esboço o estilo visual da biblioteca própria da Fluxusmed e devolve a Ilustração para revisão e aprovação do profissional — nenhuma ilustração é usada sem esse aceite. Toda Ilustração carrega aviso indissociável de que se trata de representação esquemática gerada com apoio de IA, que não constitui imagem médica, não corresponde ao exame ou à anatomia real do paciente e não se destina a planejamento ou execução cirúrgica.
O que ele não faz
Não recebe, não lê e não processa exames, laudos, imagens médicas (angiotomografia, DICOM, ultrassom) ou fotografias clínicas; não extrai nem mede parâmetros anatômicos; não realiza planejamento cirúrgico, dimensionamento de dispositivo ou seleção de material; não emite diagnóstico nem define conduta; não substitui a avaliação e a decisão do médico. A Ilustração não é imagem médica, não está em escala e não representa a anatomia real de um paciente.
Limitações conhecidas, riscos e mitigações
As Ilustrações podem conter imprecisões anatômicas, artefatos ou desvios de estilo — por isso a revisão e aprovação de cada imagem pelo profissional é obrigatória, e a responsabilidade pela fidelidade e pelo uso é de quem aprova. O risco de confusão com imagem real é mitigado pelo aviso indissociável na imagem e pela orientação de apresentá-la ao paciente como desenho esquemático gerado com apoio de IA. É vedado enviar imagem real de paciente como insumo; envio em violação segue o regime da Política de Privacidade.
Classificação de risco (CFM 2.454/2026, arts. 12 e 13)
Avaliação preliminar de risco realizada pela Fluxusmed: categoria baixo risco — função de apoio à comunicação, sem influência decisória em diagnóstico ou tratamento, com revisão humana obrigatória. Classificação monitorada e revista a cada alteração relevante de função.
PRÓXIMOS PRODUTOS
Novos produtos e agentes da Fluxusmed — de qualquer especialidade ou função — ganham sua seção nesta página antes de serem disponibilizados, com: o que é e para que serve; como funciona; o que não faz; limitações conhecidas; riscos e mitigações; grau de evidência (quando aplicável); classificação de risco por produto (CFM 2.454/2026); e política de atualização. Nenhum produto entra no ar sem sua seção publicada aqui.
AUTONOMIA DO MÉDICO
Todos os produtos são concebidos sob o princípio da autonomia por concepção (art. 18 da Resolução CFM nº 2.454/2026): nenhuma saída restringe ou substitui a autoridade final do profissional; toda informação é fornecida com fontes, para acolhimento ou rejeição segundo o julgamento de quem assiste o paciente. É direito do profissional não utilizar ou deixar de utilizar os sistemas, e não acatar de forma automática ou acrítica qualquer informação por eles fornecida (arts. 3º e 19).